Perda auditiva não é uma questão exclusiva da idade avançada. Ela pode ocorrer em diferentes fases da vida e por causas variadas, por isso sintomas persistentes merecem avaliação adequada.
Também não existe um único tipo de aparelho auditivo para todas as pessoas. Formato, potência, conectividade e programação dependem da avaliação, da anatomia, da rotina e das necessidades de cada usuário.
Outro mito comum é imaginar que basta aumentar o volume para resolver qualquer dificuldade. Compreender fala, acompanhar conversas em ruído e perceber diferentes frequências envolve mais do que intensidade sonora.